Escolha das provas, Relações de simpatia e antipatia entre os espíritos e recordações da existência corporal

MATERIAL PRINCIPIANTE

Programa Transição 199 – A Alma depois da morte

 

Q 258 do LE – Já estava escrito?

Q 299 – Almas gêmeas


MATERIAL BÁSICO

LE Q258 a 273 Escolha das provas

LE Q291 a 319 RElações entre os espíritos e recordações da existência corporal

em áudio:


MATERIAL APROFUNDADO

Programa Transição sobre Almas Gêmeas, Escolha de provas. Vejam as 3 partes!!

 

Apresentação resumindo os conceitos da aula:

Lembranças da existência corporal, Relações entre os espíritos, Escolha das provas

Capítulo 12 do Livro Missionários da Luz (Chico Xavier, André Luiz)

Missionários da Luz Cap 12 Preparação de experiências


MATERIAL DIVERTIDO

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ESPÍRITOS ERRANTES-Mundos transitórios e sensações

MATERIAL PRINCIPIANTE

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MATERIAL BÁSICO

LE- 223 a 257 – Espíritos errantes, mundos transitórios e percepções dos espíritos

Apresentação dada em 28.07.2016 sobre Percepções, Sensações e Sofrimentos dos espíritos

REVISTA ESPÍRITA- fev, 1858.

ESPÍRITOS ERRANTES OU ENCARNADOS

Quanto às suas qualidades íntimas, os Espíritos pertencem a diferentes ordens, que percorrem sucessivamente à medida que se depuram. Como estado, podem estar encarnados, isto é, unidos a um corpo num mundo qualquer; ou errantes, ou seja, despojados do corpo material e aguardando nova encarnação para se melhorarem. Os Espíritos errantes não formam uma categoria especial; é um dos estados em que podem encontrar-se. O estado errante ou de erraticidade não constitui inferioridade para os Espíritos, pois que nele os podemos encontrar de todos os graus. Todo Espírito que não está encarnado é, por isso mesmo, errante, à exceção dos Espíritos puros que, não tendo mais encarnação a sofrer, estão no seu estado definitivo. Não sendo a encarnação senão um estado transitório, a erraticidade é, em verdade, o estado normal dos Espíritos e esse estado não lhes é, forçosamente, uma expiação. São felizes ou desventurados conforme seu grau de elevação e segundo o bem ou mal que hajam praticado.

REVISTA ESPÍRITA- nov, 1859.

A Alma Errante No volume intitulado Les Six Nouvelles28, escrito por Maxime Ducamp, encontra-se uma história comovente, que recomendamos aos nossos leitores. É a de uma alma errante que conta suas próprias aventuras. Não temos a honra de conhecer o Sr. Maxime Ducamp, a quem jamais vimos. Conseqüentemente, não sabemos se colheu seus ensinamentos em sua própria imaginação ou em estudos espíritas. Mas, seja como for, ele não podia ser inspirado com maior felicidade. Podemos julgá-lo pelo seguinte fragmento. Não falaremos do quadro fantástico no qual a novela é encaixada; é um acessório sem importância e puramente formal. “Sou uma alma errante, uma alma penada; vago através dos espaços, esperando um corpo. Viajo nas asas do vento, no azul do céu, no canto dos pássaros, nas pálidas claridades da lua. Sou uma alma errante… “Desde o instante em que Deus nos separou dEle, temos vivido na Terra muitas vezes, ascendendo de geração em geração, abandonando sem pesar os corpos que nos são confiados e continuando a obra de nosso próprio aperfeiçoamento, através das existências que sofremos. “Quando deixamos este hospedeiro incômodo que nos serve tão mal; quando ele vai fecundar e renovar a terra donde saiu; quando, em liberdade, abrimos finalmente nossas asas, Deus nos dá a conhecer o nosso objetivo. Vemos nossas existências precedentes e avaliamos o progresso realizado durante séculos; compreendemos as punições e recompensas que nos atingiram, pelas alegrias e pelas dores de nossa vida; vemos nossa inteligência crescer de nascimento em nascimento, e aspiramos ao estado supremo, pelo qual deixaremos esta pátria inferior para ganhar os planetas radiosos, onde as paixões são mais elevadas, o amor menos ambicioso, a felicidade mais constante, os órgãos mais desenvolvidos, os sentidos mais numerosos, cuja morada é reservada aos habitantes de mundos que, por suas virtudes, se aproximaram da beatitude mais do que nós. “Quando Deus nos envia novamente a corpos que para nós devem viver uma vida miserável, perdemos toda consciência daquilo que precedeu esses novos nascimentos. O eu, que havia despertado, dorme uma vez mais; não persiste mais e, de nossas existências passadas não restam senão vagas reminiscências, que nos causam simpatias, antipatias e, por vezes, ideias inatas. “Não falarei de todas as criaturas que viveram no meu sopro; mas minha última existência sofreu uma desgraça tão grande que é apenas desta que quero contar a história.” Seria difícil definir melhor o princípio e a finalidade da reencarnação, a progressão dos seres, a pluralidade dos mundos e o futuro que nos aguarda. Eis agora, em duas palavras, a história daquela alma: Um rapaz amava a uma jovem e era correspondido, mas havia obstáculos contrapondo-se à sua união. Pediu então a Deus que durante o sono permitisse à sua alma desprender-se do corpo, a fim de visitar a sua bem-amada. Este favor lhe foi concedido. Assim, todas as noites sua alma se evola e deixa o corpo em estado de completa inércia, donde não sai senão quando a alma retorna e se integra ao corpo. Durante esse tempo, vai visitar aquela que ama. Ele a vê, sem que ela o suspeite; quer falar-lhe, mas ela não o escuta; observa os seus menores movimentos, surpreende seu pensamento. É feliz com as alegrias dela, triste com as suas dores. Nada mais gracioso e mais delicado que o quadro dessa cena entre a moça e a alma invisível. Mas, oh! fraqueza do ser encarnado! Um dia, ou melhor, uma noite, ele se esquece; três dias se passam sem que pense em seu corpo, que não pode viver sem a alma. De repente, pensa em sua mãe, que o espera, e que deve estar inquieta devido a um sono tão prolongado. Então corre; mas é tarde demais: seu corpo deixara de viver. Assiste aos funerais, depois consola sua mãe. Desesperada, sua noiva não quer ouvir falar de nenhuma outra união. Vencida, entretanto, pelas solicitações da própria mãe, acaba cedendo, depois de longa resistência. A alma errante lhe perdoa uma infidelidade que não está em seu pensamento; mas, para receber suas carícias e não mais a deixar, pede para encarnar-se no filho que deve nascer. Se o autor não está convencido das ideias espíritas, é preciso convir que representa muito bem o seu papel.

Allan Kardec


MATERIAL APROFUNDADO

 


MATERIAL DIVERTIDO


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Destino das crianças após a morte, sexo nos espíritos e idéias inatas

Como os assuntos dessa aula são muito abrangentes iremos focar o conteúdo extra em Destino das crianças após a morte, que acreditamos ser o tópico principal dessa aula.

MATERIAL PRINCIPIANTE

 O reformador – Mortes Prematuras – Agosto de 2009


MATERIAL BÁSICO

PDFs:

LE_197-202 – Destino das crianças após a morte e sexo nos espíritos

LE 218-221 Ideias Inatas

LE em áudio:

 Transição 224 – Sexualidade em geral:


MATERIAL INFORMATIVO

Quantas crianças a cada 1000 morriam até os cinco anos na época de Kardec? E hoje?

 

https://ourworldindata.org/grapher/child-mortality?tab=chart&country=BRA+FRA+ITA+NLD+SLE


MATERIAL APROFUNDADO

Questões e Problemas – Crianças, Guias Espirituais dos Pais

Revista Espírita, agosto de 1866

Tendo perdido um filho de sete anos, e tendo-se tornado médium, a mãe teve a mesma criança como guia. Um dia lhe fez a seguinte pergunta:

Caro bem amado filho, um dos meus amigos espírita não compreende e não admite possas ser o guia espiritual de tua mãe, desde que ela existia antes de ti e, indubitavelmente, deve ter tido um guia, nem que fosse durante o tempo que te tivemos ao nosso lado. Podes dar-nos algumas explicações?

Resposta do Espírito da criança: – Como quereis aprofundar tudo quanto vos parece incompreensível? Aquele que vos parece mesmo o mais adiantado no Espiritismo está apenas nos primeiros elementos da doutrina e não sabe mais do que este ou aquele que vos parece ao par de tudo e capaz de vos dar explicações. – Eu existi muito tempo antes de minha mãe, e ocupei, em outra existência, uma posição eminente por meus conhecimentos intelectuais.

Mas um imenso orgulho se havia apoderado de meu Espírito, e durante várias existências consecutivas fui submetido à mesma provação, sem poder triunfar, até chegar à existência em que estava junto de vós. Mas como já era adiantado e minha partida devia servir ao vosso adiantamento, a vós tão atrasados na vida espírita, Deus me chamou antes do fim de minha carreira, considerando minha missão junto a vós mais aproveitável como Espírito do que como encarnado.

Durante minha última estada na terra, minha mãe teve o seu anjo da guarda junto a ela, mas temporariamente, porque Deus sabia que era eu que devia ser o seu guia espiritual e que eu a traria mais eficazmente na via de que ela estava tão afastada. Esse guia, que ela tinha então, foi chamado a uma outra missão, quando vim tomar seu lugar junto a ela.

Perguntai aos que sabeis mais adiantados do que vós, se esta explicação é lógica e boa. Porque por ser que seja minha opinião pessoal e, mesmo a emitindo, não sei bem se me engano. Enfim, isto vos será explicado, se perguntardes. Muitas coisas ainda vos são ocultas e vos parecerão claras mais tarde. Não queirais aprofundar muito porque, então, dessa constante preocupação nasce a confusão de vossas idéias. Tende paciência; e, assim como um espelho embaciado por um sopro ligeiro, se clarifica pouco a pouco, vosso espírito tranqüilo e calmo atingirá esse grau de compreensão necessário ao vosso adiantamento.

Coragem, pois, bons pais; marchai com confiança, e um, dia bendirei a hora da provação terrível que vos trouxe à via da felicidade eterna, e sem a qual teríeis muitas existências infelizes a percorrer ainda.

OBSERVAÇÃO: Essa criança era de uma precocidade intelectual rara para a sua idade. Mesmo em estado de saúde, parecia pressentir seu fim próximo. Alegrava-se nos cemitérios e sem jamais ter ouvido falar em Espiritismo, em que os pais não acreditavam, muitas vezes perguntava se, quando se está morto, não se podia voltar para os que se tinha amado; aspirava a morte como uma felicidade e diria que quando morresse sua mãe não deveria afligir-se, porque voltaria para junto dela. Com efeito, foi a morte de três filhos em alguns dias que levou os pais a buscar uma consolação no Espiritismo. Essa consolação a encontraram largamente e sua fé foi recompensada pela possibilidade de conversar a cada instante com os filhos, pois em muito pouco tempo a mãe se tornou excelente médium, tendo até o filho como guia, Espírito que se revela por uma grande superioridade.

Allan Kardec

 

COMUNICAÇÃO COM OS SERES QUE NOS SÃO CAROS

Revista Espírita, agosto de 1866

Por que todas as mães que choram seus filhos, e que ficariam felizes se com eles se comunicassem, muitas vezes não o podem? Por que a visão deles lhes é recusada, mesmo em sonho, não obstante seu desejo e suas preces ardentes?

Além da falta de aptidão especial que, como se sabe, não é dada a todos, por vezes há outros motivos, cuja utilidade a sabedoria da Providência aprecia melhor que nós. Essas comunicações poderiam ter inconvenientes para as naturezas muito impressionáveis; certas pessoas poderiam delas abusar e a elas se entregar com um excesso prejudicial à saúde. A dor, em semelhante caso, sem dúvida é natural e legítima; mas algumas vezes é levada a um ponto desarrazoado. Nas pessoas de caráter fraco, muitas vezes essas comunicações tornam mais viva a dor, em vez de a acalmar, razão por que nem sempre lhes é permitido receber, mesmo por outros médiuns, até que se tenham tornado mais calmas e bastante senhoras de si para dominar a emoção. A falta de resignação, em semelhante caso, é quase sempre um motivo de retardamento.

Depois, é preciso dizer que a impossibilidade de comunicar com os Espíritos que mais se ama, quando se o pode com outros, é muitas vezes uma prova para a fé e a perseverança e, em certos casos, uma punição. Aquele a quem esse favor é recusado deve, pois, dizer-se que sem dúvida mereceu; cabe-lhe procurar a causa em si mesmo, e não atribuí-la à indiferença ou ao esquecimento do ser lamentado.

Finalmente, há temperamentos que, não obstante a força moral, poderiam sofrer o exercício da mediunidade com certos Espíritos, mesmo simpáticos, conforme as circunstâncias.

Admiremos em tudo a solicitude da Providência, que vela sobre os mínimos detalhes, e saibamos submeter-nos à sua vontade sem murmurar, porque ela sabe melhor que nós o que nos é útil ou prejudicial. Ela é para nós como um bom pai, que nem sempre dá a seu filho o que ele deseja.

Dão-se as mesmas razões no que concerne aos sonhos. Os sonhos são as lembranças do que a alma viu no estado de desprendimento, durante o sono. Ora, essa lembrança pode ser interdita. Mas aquilo de que não nos lembramos não está, por isto, perdido para a alma; as sensações experimentadas durante as excursões que ela faz no mundo invisível, deixam ao despertar impressões vagas; e não referimos pensamentos e ideias cuja origem muitas vezes não suspeitamos. Podemos, pois, ter visto durante o sono os seres aos quais nos afeiçoamos, com os quais nos entretemos e não lhes guardar a lembrança. Então dizemos que não sonhamos.

Mas se o ser lamentado não pode manifestar-se de uma maneira ostensiva qualquer, nem por isso estará menos junto aos que o atraem por seu pensamento simpático. Ele os vê, ouve as suas palavras e, muitas vezes, adivinhamos a sua presença por uma espécie de intuição, uma sensação íntima, algumas vezes até por certas impressões físicas. A certeza de que não está no nada; de que não está perdido nas profundezas do espaço, nem nos abismos do inferno; de que é mais feliz, agora isento dos sofrimentos corporais e das tribulações da vida; de que o veremos, depois de uma separação momentânea, mais belo, mais resplandecente, sob seu envoltório etéreo imperecível, e não sob a pesada carapaça carnal – eis a imensa consolação que recusam os que crêem que tudo acaba com a vida; e é o que dá o Espiritismo.

Em verdade, não se compreende o encanto que se pode encontrar em se comprazer na idéia do nada para si mesmo e para os seus, e a obstinação de certas pessoas em repelir até a esperança de que pode ser diferente, e os meios de adquirir a sua prova. Diga- se a um doente agonizante: “Amanhã estareis curado, vivereis ainda muitos anos, alegre, saudável”, ele aceitará o augúrio com alegria; o pensamento da vida espiritual, indefinida, isenta de enfermidades e preocupações da vida, não é muito mais satisfatória?

Pois bem! o Espiritismo dela não dá apenas a esperança, mas a certeza. É por isto que os espíritas consideram a morte completamente diferente da maneira por que o fazem incrédulos.

Allan Kardec


MATERIAL MAIS APROFUNDADO (!)

Nesses capítulos de Entre a Terra e o Céu, André Luiz nos conta sobre o Lar da Bênção, importante colônia educativa, misto de escola de mães e domicílio dos pequeninos que regressam da esfera carnal.

Entre a Terra e o Céu_Cap 9 e 10


FILMES INDICADOS

As Mães de Chico Xavier

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Pluralidade das existências e dos Mundos: Reencarnação, Justiça da reencarnação, Encarnação em diferentes mundos, Transmigração progressiva

MATERIAL PRINCIPIANTE

Livro Doutrina espírita para principiantes (Luis Hu Rivas):

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Programa Espiritualidade em gotas – Alberto Almeida


MATERIAL BÁSICO

Livro dos espíritos Q55-58 e 222 (Pluralidade dos Mundos): O Livro dos Espíritos- Q 55-58 e 222

Livro dos espíritos Cap IV (Pluralidade das existências): O Livro dos Espíritos- Q 166-196

ou em áudio:

A Reencarnação

Justiça da Reencarnação

Encarnação nos diferentes mundos

Transmigração Progressiva

Programa Transição

Programa Transição 184- Reencarnação

O programa transição 005 é uma entrevista com Divaldo Franco. Traz conceitos como: A reencarnação na Bíblia, quantas vezes reencarnamos, o fim da necessidade de se reencarnar na Terra, o esquecimento de vidas passadas, evidências da reencarnação, diferentes abordagens religiosas sobre a reencarnação, êxito nas reencarnações: sucesso na vida, lembranças de vidas passadas, entre outros. Cita o filme Minha vida em outra vida cujo link se encontra ao final deste post. Durante a palestra Divaldo também fala sobre Brian Weiss, um especialista em terapia de vidas passadas. Quem tiver a oportunidade de ler: Muitas vidas, muitos mestres leia. Mostra como um psicoterapeuta se deparou com o conceito da reencarnação atendendo uma de suas pacientes.

 

Videoaula sobre reencarnação – Aprendendo Espiritismo

 


MATERIAL APROFUNDADO

Reportagens

Menino de 3 anos revela que foi assassinado em sua vida passada

Garoto de 5 anos afirma ter sido uma mulher vítima de incêndio em outra vida

 

Trechos da Revista Espírita sobre Reencarnação

Revista espírita 1860_dez_p563_ A Reencarnação

Revista1862_ março_p126-131- A Reencarnação

 

Programa Espiritualidade em gotas – Metempsicose

 

Livros sugeridos por Walter Divardin:

  1. Reencarnação baseada em fatos – Karl E. Muller
  2. 20 casos sugestivos de reencarnação – Ian Stevenson, MD
  3. Vida pretérita e futura – Um impressionante estudo sobre reencarnação – Dr. H.N. Banerjee
  4. Reencarnação no Brasil- Hernani Guimarães Andrade

MATERIAL DIVERTIDO

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FILMES INDICADOS

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Retorno da vida corpórea à vida espiritual

MATERIAL PRINCIPIANTE

Livro Espiritismo para principiantes (Luis Hu Rivas):


MATERIAL BÁSICO

Livro dos Espíritos- Retorno da vida corporal à vida espiritual- (Q149 a 165)

ou em áudio:LE- Retorno da vida corpórea à vida espiritual- áudio

 

O Céu e o inferno- Allan Kardec- Cap I- O Passamento


MATERIAL APROFUNDADO

Casos de desencarne:

Exemplo de um homem bom. No dia 20 de abril de 1866 desencarnou o Dr. Cailleux. Ele era um médico adorado pelo povo por ter tratado de muitos pacientes humildes sem cobrar por isso. Grande divulgador do Espiritismo e Presidente do Grupo Espírita de Montreuil-sur-Mer. Seu enterro foi um pouco conturbado pela Igreja que não lhe garantia alguns direitos exigidos pela família. Foi solicitado aos espíritos benevolentes a sua evocação na sociedade de Paris. Eis a primeira comunicação que ele deu na Sociedade de Paris. Provavelmente seu desencarne ocorreu em 1865 e a comunicação em 1866 (data da revista). Nessa comunicação ele descreve o seu desencarne do ponto de vista dele mesmo.

Dr. Cailleux

Exemplo de um espírito sofredor. No livro Céu e inferno na segunda parte podemos encontrar uma compilação de comunicações divididas entre: espíritos sofredores, suicidas, espíritos felizes, espíritos endurecidos, criminosos arrependidos…é bem instrutivo. Segue a introdução e duas histórias: Auguste Michel, um homem rico que não fez o bem, mas também não fez o mau e Claire, uma mulher a quem nada faltou, principalmente o egoísmo. No segundo caso, o espírito de São Luis nos ajuda a entender as diferenças da moral humana para a moral divina.

O Céu e o inferno- Allan Kardec Espíritos sofredores introdução ; Auguste Michel ; Claire

Trecho do livro Cidade do Além psicografado por Chico Xavier ditado por André Luiz e Lucius. Neste trecho André Luiz nos coloca algumas considerações sobre a situação dos espíritos desencarnados.

Trecho do livro cidade no além espírito André Luiz

Religião dos espiritos (Chico Xavier)- 44-Na grande barreira e 63-Na grande transição- Comentários sobre Q155 e Q159

Recomenda-se nesse tópico a obra “VOLTEI”, psicografada por Francisco Cândido Xavier, na qual o Espírito Irmão Jacob, fala do processo de seu desencarne e entrada no plano espiritual, após a jornada terrena.

Livro VOLTEI em pdf – pelo espírito do irmão Jacob- psicografado por Chico Xavier

Psicografia de Divaldo Franco pelo espírito Otília Gonçalves

Filme “E a vida continua…” baseado na obra de André Luiz psicografado por Chico Xavier.

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MATERIAL DIVERTIDO

Vídeo dos nossos queridos amigos da luz (intenso e emocionante).

 

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Encarnação dos espíritos: objetivo, alma, materialismo

MATERIAL PRINCIPIANTE

Livro Espiritismo para principiantes (Luis Hu Rivas):

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MATERIAL BÁSICO

O Livro dos Espíritos – Encarnação, Alma e Materialismo (132 a 148)

ou em áudio: Objetivo da encarnação , A Alma , Materialismo

Obras Póstumas – A Alma

Evangelho Segundo o Espiritismo – Necessidade da encarnação

 

 


MATERIAL APROFUNDADO

Chico Xavier – Religião dos espíritos – Materialismo

A Gênese – Encarnação dos espíritos Cap XI

Trecho do Filme “Bezerra de Menezes – O diário de um espírito” – Resposta de Bezerra a um materialista

 


MATERIAL DIVERTIDO

Tirinha espírita

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Diferentes ordens de Espíritos

     Pessoal, relembrando as nossas divisões: principiante, básico, aprofundado e divertido. Não é necessário estudar todas as mídias e materiais. Para quem está no seu primeiro contato com o assunto recomendamos a seção principiante. Para aqueles que querem estudar as informações básicas disponíveis, a seção básico. E para aqueles que querem se aprofundar no assunto com vídeos e textos mais específicos a seção aprofundamento. O material divertido é recomendado a todos!


 MATERIAL PRINCIPIANTE

Livros Espiritismo Fácil e Espiritismo para principiantes (Luis Hu Rivas):

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MATERIAL BÁSICO


MATERIAL APROFUNDADO

Artigos em pdf:

Vídeos:

 

 


MATERIAL DIVERTIDO

Vídeo para refletirmos sobre qual será a nossa posição na escala espírita…

 

Espiritinhas

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